Mostrando postagens com marcador Igreja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja. Mostrar todas as postagens

Continua o PT com a tentativa de calar a Igreja?

Durante a eleição presidencial do ano passado, o Partido dos Trabalhadores tentou silenciar os Bispos católicos que mais abertamente denunciaram os aspectos agressivos à vida dos nascituros, ao matrimonio e à família presentes no programa político e nas práticas de governo da sigla.

Agora, voltamos a sentir o sabor amargo daqueles dias. Hoje, quatro sacerdotes da Arquidiocese de Belo Horizonte foram obrigados a se apresentar nas instalações da Polícia Federal para dar esclarecimentos sobre seu suposto envolvimento na divulgação, durante o período eleitoral do ano passado, do "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", assinado pela Presidência e pela Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB.

Uma igreja e a lama

No álbum da triste violência das águas que caíram na região serrana do Rio de Janeiro, produzindo cenário devastador, que clama urgências de solidariedade e atuações com responsabilidades cidadãs, políticas e governamentais, há uma foto mostrando uma Igreja e muita lama. Lama que desceu das encostas devastando tudo e levando vidas. 

Há também outro tipo de lama que nos preocupa – a da corrupção existente nas instituições da sociedade contemporânea. Lama que se expressa na rapidez da aprovação de benefícios em favor de grupos e de classes, já privilegiados em relação aos que estão na carência e na miséria, causando indignação nos que se pautam pela conduta cidadã.

O Papa e o Preservativo

Desde o sábado passado, 20 de novembro, a imprensa, líderes de organizações mundiais e até prelados que sofrem do "complexo anti-romano" batem palmas para o Papa que "liberou" o uso do preservativo.

Para a agência  Associated Press, "Aceita o Papa uso de preservativo em determinados casos", para Reuters, "O Papa afirma que preservativos podem ser usados no combate à AIDS", para  Agence France Presse,  "Surpreendente abertura ao preservativo muda imagem do Papa". A mídia do mundo inteiro reproduz manchetes na mesma linha.

Mas, o Papa mudou mesmo a posição da Igreja? Este tema tem a ver com a forma como os católicos enfrentem as políticas públicas de combate a doenças de transmissão sexual. O que aconteceu?

Igreja salta da 7ª para 2ª instituição mais confiável por causa do posicionamento claro contra o aborto, diz estudo da FGV

Grafico da Folha de São Paulo, 18.11.2010

Em estudo divulgado hoje pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas a Igreja Católica passou a ser considerada pelos entrevistados a segunda instituição mais confiável no país, sendo que no segundo trimestre deste ano ela  ocupava o 7º escalão.

Os países religiosos são os mais pobres

Essa falácia já está na sua segunda edição. Durante muitos anos, num tempo a perder de vista, sem haver falsete no piscar dos olhos, se afirmava que os países de maioria protestante eram todos prósperos, e os de maioria católica eram inexoravelmente atrasados. Essa sentença levou tempo para ser desmontada. O perverso da afirmação consistia na insinuação de que ser católico seria sinônimo de atrasado, e ser protestante estaria garantido ser próspero. Isso levava à consideração de que Deus abençoava os protestantes, e entregava os católicos à sua própria sorte.

A Igreja diante do Socialismo

No começo do século XIX, surgiram diversos movimentos denominados "socialistas", em franca oposição ao liberalismo imperante. Usa-se designar sob o nome de "socialismos utópicos" as formulações e experimentos concretos de homens como Saint-Simon, Fourier, Owens, Blanc e outros, no seu intento de edificar "cidades socialistas" sobre a base da comunidade total de bens. Todas as realizações práticas do comunitarismo socialista fracassaram, sem exceção.

Em oposição ao socialismo utópico, Marx e Engels elaboraram o "socialismo científico" ou materialismo dialético, que se impôs sobre aquele como doutrina de referência para os distintos partidos e movimentos socialistas que se difundiram pelo mundo no final do século passado e no princípio do atual (ndt.: séculos XIX e XX, respectivamente).

A Igreja diante do Liberalismo

Uma das principais correntes que caracterizam a cultura moderna é o chamado liberalismo. Como a sua etimologia indica, a doutrina liberal tem por essência propiciar a exaltação da liberdade humana.

A Igreja sempre rechaçou o liberalismo em numerosos documentos, condenando formalmente suas teses mais graves. O Pontífice Pio IX condenou 80 proposições e teses heréticas em sua encíclica Quanta Cura com Syllabus em anexo, a 8 de dezembro de 1864, reiterando as advertências que o mesmo havia formulado em 32 documentos anteriores. A quase totalidade das teses condenadas tem sido defendida por diversos autores de inspiração liberal.

Que surja uma nova geração de católicos que atuem sem complexos de inferioridade na vida política

Apresentamos alguns trechos da Mensagem do Papa Bento XVI aos participantes da 46ª Semana Social Italiana realizada em Reggio Calabria, na Região de Calábria, no sul da Italia. Muito atual é o chamado que o Santo Padre faz a que surja uma nova geração de católicos, pessoas interiormente renovadas, que se comprometam na atividade política sem complexos de inferioridade. Estas palavras também se dirigem a nós. Eis o convite.

"Afrontar os problemas atuais, tutelando ao mesmo tempo a vida humana desde sua concepção até seu fim natural, defendendo a dignidade da pessoa, salvaguardando o meio ambiente e promovendo a paz, não é tarefa fácil, mas tampouco impossível, se permanece firme a confiança nas capacidades do homem, se se engrandece o conceito de razão e de seu uso, e se cada um assume suas próprias responsabilidades. Seria, de fato, ilusório delegar a busca de soluções só às autoridades públicas: os sujeitos políticos, o mundo da empresa, as organizações sindicais, os atores sociais e todos os cidadãos enquanto indivíduos e de forma associada, estão chamados a amadurecer uma forte capacidade de análise, de amplitude de objetivos e de participação.

A Igreja amordaçada pelo PT

Confira o vídeo do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, publicado hoje, 22 de outubro, em sua página.

Igreja desunida?

Em tempos de eleições, muitos católicos querem ensinar aos padres e aos bispos o Pai Nosso da política. Muitos candidatos e partidos dizem que a Igreja deve ter a coragem de sair de cima do muro e tomar posição. Outros querem que a Igreja fique fora do debate político-eleitoreiro.   Ao dizer Igreja, se referem à instituição, representada por padres e bispos.

O ensinamento da Igreja faz uma distinção entre a missão do clero e a missão dos leigos. Recomenda aos leigos a participação ativa em eleições democráticas, mas proíbe ao clero a participação direta na luta pelo poder político. Como é que um padre pode cumprir a sua missão de promover a unidade na comunidade, se ele mesmo se envolver nas brigas dos partidos e dos candidatos?

Dilma e o Senhor Jesus Cristo

Depois de saber que a então ministra Dilma Rousseff, há pouco tempo, havia participado da missa do padre Marcelo Rossi, abrindo inclusive a celebração com a leitura da Bíblia, procurei descobrir onde poderia ficar a "estrada de Damasco" da conversão da ex-guerrilheira comunista; dessa mulher que, aliás, há dois anos, questionada sobre a existência de Deus, respondera: "Eu me equilibro nessa questão. Será que há? Será que não há?".

Mas voltemos a "Damasco". Eu estava ainda procurando, sem muita esperança, a tal estrada, quando, de repente, no último dia 19 de agosto, fui "transportado em espírito" para Brasília e eis que apareceu na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a própria Dilma, com uma voz fulgurante como o sol do meio-dia: "Você me desculpe, mas eu não sou de outra religião para ser convertida. Eu sou de origem cristã e católica, fui batizada", respondeu a agora candidata petista ao jornalista que ousara perguntar se ela havia se convertido. E eis que apareceram nas mãos de Dilma dois documentos que ela brandia como armas vitoriosas: a carta-compromisso intitulada Carta Aberta ao Povo de Deus e a cartilha Treze motivos para o cristão votar em Dilma Rousseff.

Igreja e Política. Pode?

No momento delicado em que estamos vivendo em nosso país, surge a dúvida entre os católicos: a Igreja pode “se meter” em política? Já ouvi e recibi mensagens com as mais diversas opiniões: “é uma pena que o padre esteja falando de política, fale-nos do Evangelho” ou “obrigado padre, por nos esclarecer; pena que a Igreja ainda fale tão pouco!”

É verdade que a política é um campo difícil de se andar, por isso, a Igreja segue os seguintes passos: 

Carta ao povo de Deus por ocasião das eleições

No próximo mês de outubro, novamente a nação brasileira convoca seu povo para eleições. Somos chamados a exercer nosso dever de cidadãos para designar, segundo a nossa consciência, quem deve ser o Presidente da República, o Governador do Estado e os que devem nos representar no Congresso Nacional como senadores e deputados federais e na Assembléia Legislativa como deputados estaduais.

Inserida no mundo, a Igreja tem a missão de iluminar as consciências a partir da Palavra de Deus, a fim de que o cristão participe da vida do País com espírito de co-responsabilidade e contribua para um mundo mais fraterno, mais justo, mais solidário. A Igreja Católica tem já provado ser “perita em humanidade”, “mãe e mestra” na busca de soluções pacíficas e ordeiras para as questões sociais. Seguindo a evolução da história, há mais de um século, vem durante séculos, codificando sua Doutrina Social.