Desde o sábado passado, 20 de novembro, a imprensa, líderes de organizações mundiais e até prelados que sofrem do "complexo anti-romano" batem palmas para o Papa que "liberou" o uso do preservativo.
Para a agência Associated Press, "Aceita o Papa uso de preservativo em determinados casos", para Reuters, "O Papa afirma que preservativos podem ser usados no combate à AIDS", para Agence France Presse, "Surpreendente abertura ao preservativo muda imagem do Papa". A mídia do mundo inteiro reproduz manchetes na mesma linha.
Mas, o Papa mudou mesmo a posição da Igreja? Este tema tem a ver com a forma como os católicos enfrentem as políticas públicas de combate a doenças de transmissão sexual. O que aconteceu?
