No domingo, 31 de outubro de 2010, depois de votar no candidato oponente do PT, recolhi à minha pequena propriedade, nas montanhas de São Bento do Sapucaí, e passei a tarde cuidando das flores do nosso jardim, com as crianças. Plantamos um pessegueiro e algumas flores multicores entre o gramado. Em seguida, subi para meu escritório para ler os Salmos, pois nestas horas só mesmo a palavra do Senhor para nos confortar, consolar e dar novas diretrizes.
Eis que deparei-me, ao abrir o Antigo Testamento, com o livro de Judite, que eu não conhecia ainda a história, e fiquei impactado, da primeira à última linha da narrativa, da atualidade deste admirável relato bíblico, da força da mulher na defesa do povo de Deus, quando estava acuado por forças totalitárias.
