No Brasil os ativistas pró-vida, não só católicos como também fiéis de diversas denominações protestantes, estão fazendo a diferença da fisionomia do segundo turno da eleição presidencial para eleger o sucessor de Luiz Inácio Lula da Silva. Isto tem incomodado os operadores do atual partido no governo, o Partido dos Trabalhadores (PT), e de sua candidata Dilma Rousseff, que pensaram que iriam ganhar as eleições no primeiro turno e agora se encontram à beira de um ataque de nervos.
Já na campanha prévia à eleição de 3 de outubro, tanto os bispos como os pastores de diversas denominações cristãs lançaram vários pronunciamentos com o fim de que seus fiéis votassem em canditados abertamente comprometidos com a vida, a família e a liberdade de educação.
