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Quando o Pastor cuida das ovelhas: Comunicado do Bispo de Guarulhos a seus diocesanos

Caros diocesanos:
Tomei conhecimento de um panfletinho intitulado “Católicos de Guarulhos com Dilma 13 Presidente - Razões que nos levam a votar em Dilma”. Segundo informações que tivemos, o panfletinho será distribuído, à revelia, nas saídas das missas deste final de semana, 30 e 31 de outubro, nas Igrejas Católicas de Guarulhos. Trata-se de um manifesto baseado na mentira e no oportunismo de membros do Partido dos Trabalhadores.

O panfletinho diz: “Acompanhamos, com grande surpresa, as declarações do nosso bispo sobre as eleições. Nós o respeitamos como nosso bispo, mas constatamos que suas posições sobre o momento político não tem aval da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, e dos bispos da regional Sul 1 (Estado de São Paulo). Nós leigos católicos de Guarulhos lamentamos não termos sido chamados para o diálogo e debate desta questão. Afinal sabemos que temos muito a colaborar no mundo da sociedade e da política”.

Orientações sobre política e eleições

Caríssimos sacerdotes e fiéis da nossa Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney.

Embora não tenha nenhum partido político nem faça campanha partidária, a Igreja pode e deve orientar os seus fiéis sobre a importância de seu voto consciente.

“A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política… não pode nem deve se colocar no lugar do Estado. Mas também não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça. Deve inserir-se nela pela via da argumentação racional e deve despertar as forças espirituais, sem as quais a justiça… não poderá firmar-se nem prosperar” (Papa Bento XVI, Carta encíclica Deus caritas est, 28). 

Nota Pastoral de orientação em relação às eleições

Irmãos e irmãs, diocesanos de Frederico Westphalen e homens e mulheres de boa vontade.

Esta Nota Pastoral tem a finalidade de oferecer reflexão e orientação, face às eleições que se aproximam, para os católicos diocesanos de Frederico Westphalen e para todos aqueles que procuram, com boa vontade, nortear sua existência pelo respeito aos valores fundamentais da existência humana.

O período que antecede as eleições é de suma importância, no sentido de que deve servir-nos para a reflexão e a escolha consciente daqueles candidatos e candidatas nos quais depositaremos nossa confiança através do voto.

Eleições 2010 - Orientações

No próximo dia 03 de outubro nós, brasileiros, teremos mais uma oportunidade de exercer nossa cidadania. Através do voto, elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Estaduais e Federais. Todos sabemos da importância e da responsabilidade do voto. É através do voto que escolhemos nossos legítimos representantes, para governar e legislar em benefício do povo brasileiro, a fim de que cada cidadão tenha oportunidade de crescer, desenvolver-se e viver com dignidade e em paz.

“A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Não pode nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode, nem deve ficar á margem na luta pela justiça” (Bento XVI).

Carta à Igreja da Arquidiocese de Maringá

Amados irmãos e irmãs.

Tendo presente que nos encontramos às vésperas das eleições, julgamos oportuno dirigir esta mensagem ao nosso povo e às comunidades. Desejamos relembrar sua responsabilidade e alguns critérios para o correto discernimento no exercício do direito de votar.

Inicialmente, recordamos a todo o povo de Deus o reconhecimento enfático com que a Igreja Católica tem declarado o valor e o dever de o cristão participar da política. A política é a forma sublime de exercer a caridade. De modo particular, recomendamos, apoiamos e incentivamos os leigos que assumam nas eleições o compromisso de um voto consciente, bem assim os que, sentindo-se vocacionados, se apresentam como candidatos.

Carta ao povo de Deus por ocasião das eleições

No próximo mês de outubro, novamente a nação brasileira convoca seu povo para eleições. Somos chamados a exercer nosso dever de cidadãos para designar, segundo a nossa consciência, quem deve ser o Presidente da República, o Governador do Estado e os que devem nos representar no Congresso Nacional como senadores e deputados federais e na Assembléia Legislativa como deputados estaduais.

Inserida no mundo, a Igreja tem a missão de iluminar as consciências a partir da Palavra de Deus, a fim de que o cristão participe da vida do País com espírito de co-responsabilidade e contribua para um mundo mais fraterno, mais justo, mais solidário. A Igreja Católica tem já provado ser “perita em humanidade”, “mãe e mestra” na busca de soluções pacíficas e ordeiras para as questões sociais. Seguindo a evolução da história, há mais de um século, vem durante séculos, codificando sua Doutrina Social.

“Eu vim para que todos tenham vida” (Jo 10,10)

Aos meus diocesanos,

Sob o título “Dai a César o que é de César”, na edição do mês de julho da Folha Diocesana, na coluna “A Voz do Pastor”, nós recomendávamos aos verdadeiros cristãos e católicos a não votarem em todo e qualquer partido e candidato que fossem contrários aos princípios cristãos e católicos, mormente aqueles que dizem respeito à lei Natural que é lei de Deus positiva.

Acrescentávamos que não deviam dar o seu voto à Sra. Dilma Rousseff, pois o partido a que a mesma pertence, o Partido dos Trabalhadores (PT), é francamente favorável à liberação total do aborto. Senão, vejamos:

Eleições 2010 - Orientações

No próximo dia 03 de outubro nós, brasileiros, teremos mais uma oportunidade de exercer nossa cidadania. Através do voto, elegeremos Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Estaduais e Federais. Todos sabemos da importância e da responsabilidade do voto. É através do voto que escolhemos nossos legítimos representantes, para governar e legislar em benefício do povo brasileiro, a fim de que cada cidadão tenha oportunidade de crescer, desenvolver-se e viver com dignidade e em paz.

“A Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política para realizar a sociedade mais justa possível. Não pode nem deve pôr-se no lugar do Estado. Mas também não pode, nem deve ficar á margem na luta pela justiça” (Bento XVI).